A capability de Application Evolution Management desempenha um papel crucial na garantia de que as aplicações organizacionais permaneçam competitivas, adaptáveis e alinhadas com as demandas em constante evolução do mercado.

Para efetivamente gerenciar e avaliar o desempenho desta capability, é essencial identificar os principais KPIs (Indicadores-Chave de Desempenho) que oferecem insights sobre a evolução e a eficácia das aplicações.

Abaixo, uma lista de KPIs usuais no contexto do CIO Codex Capability Framework que podem ser utilizados para gerenciar e avaliar a performance da Application Evolution Management:

· Taxa de Lançamento de Novas Funcionalidades (New Feature Release Rate): Mede a frequência com que novas funcionalidades e atualizações são lançadas, refletindo a agilidade na evolução das aplicações.

· Tempo Médio para Implementar Novas Funcionalidades (Mean Time to Implement New Features): Calcula o tempo médio necessário para implementar novas funcionalidades, destacando a eficiência do processo de desenvolvimento.

· Satisfação do Usuário com Novas Funcionalidades: Avalia a satisfação dos usuários finais em relação às novas funcionalidades introduzidas, influenciando a adoção e a usabilidade.

· Taxa de Retorno de Investimento em Inovação (Return on Investment in Innovation): Mede o retorno financeiro obtido a partir dos investimentos em inovação e melhorias nas aplicações.

· Taxa de Adoção de Novas Versões (New Version Adoption Rate): Reflete a velocidade com que os usuários adotam novas versões de aplicações, indicando a eficácia das atualizações.

· Nível de Engajamento dos Usuários com as Novas Funcionalidades: Avalia o envolvimento e a utilização ativa das novas funcionalidades pelos usuários, demonstrando o valor agregado.

· Taxa de Erros após Lançamento (Post-Release Error Rate): Contabiliza o número de erros e problemas identificados após o lançamento de novas funcionalidades, influenciando a qualidade das atualizações.

· Tempo Médio para Corrigir Erros (Mean Time to Fix Errors): Calcula o tempo médio necessário para corrigir erros e problemas técnicos após o lançamento de novas funcionalidades.

· Percentagem de Funcionalidades em Testes A/B (Percentage of A/B Tested Features): Reflete a proporção de funcionalidades que são submetidas a testes A/B para avaliar sua eficácia e preferência dos usuários.

· Taxa de Abandono de Funcionalidades (Feature Abandonment Rate): Mede a frequência com que as funcionalidades lançadas são abandonadas pelos usuários, identificando necessidades não atendidas.

· Número de Patentes ou Inovações Registradas: Conta o número de patentes ou inovações tecnológicas registradas como resultado do processo de evolução das aplicações.

· Percentagem de Aplicações em Conformidade com Padrões Tecnológicos (Percentage of Applications Compliant with Technology Standards): Reflete a proporção de aplicações que estão em conformidade com os padrões tecnológicos estabelecidos, garantindo a interoperabilidade.

· Tempo Médio para Integrar Novas Tecnologias (Mean Time to Integrate New Technologies): Calcula o tempo médio necessário para integrar novas tecnologias nas aplicações, mantendo-as atualizadas.

· Percentagem de Funcionalidades com Feedback dos Usuários (Percentage of Features with User Feedback): Reflete a proporção de funcionalidades que recebem feedback direto dos usuários, orientando melhorias.

· Nível de Alinhamento com a Estratégia de Negócios: Avalia o quão alinhadas as atualizações e melhorias nas aplicações estão com a estratégia de negócios da organização.

Esses KPIs proporcionam uma visão abrangente do desempenho da Application Evolution Management, abordando aspectos como inovação, eficiência, satisfação do usuário e alinhamento estratégico.

O acompanhamento contínuo desses indicadores é fundamental para garantir que as aplicações permaneçam competitivas, adaptáveis e alinhadas com as demandas em constante evolução do mercado.